A Lusitânia foi a votos este domingo... eu também fui votar! Cumpri o meu dever, que ao mesmo tempo é um prazer. Mas este dever, sabe amargo num dia adocicado pela chuva rara.
A amargura surge incontornável e de forma anunciada, sob a capa surrealista da ignorância e da pobreza de espírito demonstrada pela falta de cultura política, cada vez mais manifesta na sociedade portuguesa. Estas são as eleições do novo milénio. Estas são as eleições marcadas pelo Independentismo selvagem de apoio lúgubre das massas populares. Refiro-me obviamente aos vencedores mediáticos como Isaltino Morais, Valentim Loureiro e Fátima Felgueiras. Estas vitórias eleitorais, embora em número reduzido, não deixam de se revestir de um significado sinistro e preocupante. Sinistro porque sobem ao poder fulanos financiados por não se sabe bem quem, preocupante pois deixa em aberto o caminho para casos semelhantes apoiados por eleitores num processo democrático, à semelhança das “eleições” que levaram déspotas e corruptos ao poder numa história ainda recente.
Quem viu as imagens de ontem, não pôde deixar de observar o ar apopléctico do major, disparando verborreia contra a comunicação social, lideres partidários, tudo. Apenas os gondomarenses tiveram direito a elogios pela sua visão (deturpada) da realidade eleitoral. Em Felgueiras, a Fátima homónima da cidade, com o consentimento de alguém, sobe vitoriosa à varanda da câmara municipal e com um à vontade inexplicável de quem ainda à duas semanas estava fugida no Brasil, fala em vitória da democracia... vitória?! Democracia?? Quem explica que no dia após a sua triunfante chegada, hajam cartazes em tudo o que é placard, movimentos organizados na rua? O Avelino, esse lá perdeu... a meu ver simplesmente porque foi o único que concorreu fora da autarquia original, saindo de Marco de Canaveses para Amarante... ainda assim, os amarantinos mostraram o que outros do distrito do Porto não mostraram; seriedade e olhos abertos para as falácias politiqueiras e populistas dos demais.
Tudo isto é mais um triste retrato da sociedade portuguesa... como seria belo se o Ensaio sobre a lucidez se revelasse em terras lusas.
A amargura surge incontornável e de forma anunciada, sob a capa surrealista da ignorância e da pobreza de espírito demonstrada pela falta de cultura política, cada vez mais manifesta na sociedade portuguesa. Estas são as eleições do novo milénio. Estas são as eleições marcadas pelo Independentismo selvagem de apoio lúgubre das massas populares. Refiro-me obviamente aos vencedores mediáticos como Isaltino Morais, Valentim Loureiro e Fátima Felgueiras. Estas vitórias eleitorais, embora em número reduzido, não deixam de se revestir de um significado sinistro e preocupante. Sinistro porque sobem ao poder fulanos financiados por não se sabe bem quem, preocupante pois deixa em aberto o caminho para casos semelhantes apoiados por eleitores num processo democrático, à semelhança das “eleições” que levaram déspotas e corruptos ao poder numa história ainda recente.
Quem viu as imagens de ontem, não pôde deixar de observar o ar apopléctico do major, disparando verborreia contra a comunicação social, lideres partidários, tudo. Apenas os gondomarenses tiveram direito a elogios pela sua visão (deturpada) da realidade eleitoral. Em Felgueiras, a Fátima homónima da cidade, com o consentimento de alguém, sobe vitoriosa à varanda da câmara municipal e com um à vontade inexplicável de quem ainda à duas semanas estava fugida no Brasil, fala em vitória da democracia... vitória?! Democracia?? Quem explica que no dia após a sua triunfante chegada, hajam cartazes em tudo o que é placard, movimentos organizados na rua? O Avelino, esse lá perdeu... a meu ver simplesmente porque foi o único que concorreu fora da autarquia original, saindo de Marco de Canaveses para Amarante... ainda assim, os amarantinos mostraram o que outros do distrito do Porto não mostraram; seriedade e olhos abertos para as falácias politiqueiras e populistas dos demais.
Tudo isto é mais um triste retrato da sociedade portuguesa... como seria belo se o Ensaio sobre a lucidez se revelasse em terras lusas.
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