Aníbal Cavaco, é um dos meus favoritos para lançar achas. E como as suas pérolas comportamentais e verbais são sempre de qualidade para a crítica, não posso deixar passar esta oportunidade.
Quando do seu discurso no parlamento a 25 de Abril último, o Presidente trouxe à baila o tema da fraca participação da juventude, essa mole amorfa e sem vontade. Disse-o como sempre do alto da sua autoridade, que não reconheço.
Falou do estudo que a presidência encomendou. O estudo que alguém pagou para dizer o que já sabíamos. Falou. Mas não disse nada de jeito.
Não disse que esteve na ilha da Madeira e se rebaixou perante a boçalidade de Alberto João, o ditador insular dando assim um tenebroso exemplo às juventudes que ainda acreditavam em política. Falou do tempo... que estava mau ou estava melhor. Não tinha bolo-rei para lhe encher a boca e calar uma frase inarticulada. Nem bolo do caco estes malditos senhores lhe deram... esse ao menos era regional. Caiu na trivialidade de falar das condições atmosféricas e calou críticas à política de fachada e ditatorial madeirense.
Cavaco falou no parlamento do afastamento da juventude (essa gente rasca) face à política e deu a entender que o problema era dos actuais políticos.
Pois meus caros, digo que um dos principais causadores deste afastamento é pois, surpreendam-se Aníbal Cavaco! Ohhhh...
Cavaco é, e sempre foi um manga de alpaca, um contabilista no pior termo da palavra. O homem não percebe de política e vem apontar o dedo à juventude, essa malta desregrada.
Cavaco esqueceu que ele mesmo, com a sua postura tecnocrata e hipócrita é um dos principais causadores do tal afastamento político juvenil que tanto lhe deu orgulho em relatar.
E hoje do alto do seu cadeirão voltou a meter o pé na poça. Convocou os “jovens” mas deixou de lado os pequenotes do Bloco de Esquerda, invocando desculpa esfarrapada... Lamentável!
Quando do seu discurso no parlamento a 25 de Abril último, o Presidente trouxe à baila o tema da fraca participação da juventude, essa mole amorfa e sem vontade. Disse-o como sempre do alto da sua autoridade, que não reconheço.
Falou do estudo que a presidência encomendou. O estudo que alguém pagou para dizer o que já sabíamos. Falou. Mas não disse nada de jeito.
Não disse que esteve na ilha da Madeira e se rebaixou perante a boçalidade de Alberto João, o ditador insular dando assim um tenebroso exemplo às juventudes que ainda acreditavam em política. Falou do tempo... que estava mau ou estava melhor. Não tinha bolo-rei para lhe encher a boca e calar uma frase inarticulada. Nem bolo do caco estes malditos senhores lhe deram... esse ao menos era regional. Caiu na trivialidade de falar das condições atmosféricas e calou críticas à política de fachada e ditatorial madeirense.
Cavaco falou no parlamento do afastamento da juventude (essa gente rasca) face à política e deu a entender que o problema era dos actuais políticos.
Pois meus caros, digo que um dos principais causadores deste afastamento é pois, surpreendam-se Aníbal Cavaco! Ohhhh...
Cavaco é, e sempre foi um manga de alpaca, um contabilista no pior termo da palavra. O homem não percebe de política e vem apontar o dedo à juventude, essa malta desregrada.
Cavaco esqueceu que ele mesmo, com a sua postura tecnocrata e hipócrita é um dos principais causadores do tal afastamento político juvenil que tanto lhe deu orgulho em relatar.
E hoje do alto do seu cadeirão voltou a meter o pé na poça. Convocou os “jovens” mas deixou de lado os pequenotes do Bloco de Esquerda, invocando desculpa esfarrapada... Lamentável!
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