Esta é uma expressão que ocasionalmente uso e dou por mim a pensar, por que raio a deixo sair da boca, sendo eu um ateu convicto, tamanha enormidade.
Mas creio que hoje a posso usar, passando ao lado do seu significado. Quero apenas regozijar-me por uma felicidade antecipada. Passo a explicar…
Tudo indica que no próximo mês da Maio, santo mês, que o Benfica será campeão nacional de futebol, o que muito me amargura. Mas darei graças a Deus, se por um milagre qualquer, acaso feliz futebolístico perdesse o (in)glorioso o dito campeonato. Seria mesmo uma grande felicidade.
E Maio promete ainda outra infelicidade. A visita do Papa Rat ao santuário de Fátima, a Lisboa, ao Porto. Prevejo uma monumental seca televisiva, cheia de beatos, políticos babados e circo em demasia.
O mesmo circo que os benfiquistas planeiam avidamente.
Por estas razões dou graças a Deus, porque não estarei em Portugal. Imigro. Temporariamente, mas imigro.
Assim, não tenho que aturar os benfiquistas e as apitadelas nocturnas, as comemorações bacocoas, o Papa Rat, as peregrinações, as emissões especiais da TV, os feriados palermas concedidos pelo nosso governo palerma.
Maio será o mês dos F’s… dois pelo menos. Fátima, Futebol… o Fado esse, o luso é triste, com PEC’s à mistura.
1 comentário:
Azar da lagartagem que por cá fica...
Enviar um comentário