Como grande parte dos objectos, seres, ideias ou eventos, estes escritos são efémeros e a duração média da sua existência não dura provavelmente mais de um dia. É próprio da natureza dos blogs. Os blogs são como insectos perecíveis, pequenos e rasteiros que habitam a relva ou o húmus terrígeno e apenas quem os conhece os pode identificar e entender a sua significância. O Achas, por sua vez é muito menos que isso, é quase uma miragem, qual fruto da imaginação de um lunático delirante em dia de tempo quente; quem o ler com atenção entenderá que afinal é muito pior. É mesmo uma nulidade do ciberespaço. Aliás, a visita média diária do Achas ronda os 4 gatos pingados, (donde provavelmente alguns serão das minhas próprias postadas), que dedicam cerca de 4 minutos e 1 segundo a ler as bacoradas que lá se encontram. O mais curioso é que aparecem visitantes de todo o mundo, o que interpreto obviamente como sendo gente muito distraída; eu acrescentaria, patareca até.
No entanto, alguns visitantes regulares até participam com comentários.
A todos vós, o meu obrigado pela vossa pachorra em me aturar. Bem haja!
Aos quem nem sabem que o Achas existe, que os vossos filhos nasçam cabeludos... ehehehe!
2 comentários:
Ei, eu ca nao quero filhos cabeludos!!!!
Por isso, e so por isso;) ca vou lendo o achas, o que e que achas?
Patrícia, O Achas acha muito bem... a praga a ti não se aplica :)
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