O ministro da ecomonia reconheceu hoje em território chinês o que verdadeiramente pensa sobre o trabalho em Portugal e sobre o potencial dos seus trabalhadores no seio de um mundo globalizado por uma fasquia cada vez mais baixa.
Assumiu para o mundo ver, que Portugal será competitivo em termos económicos pelos seus baixos salários, ao contário do que tem vindo a ser apregoado por outros.
Coloca-se assim o trabalhador português ao nível do trabalhador chinês (ou mesmo indiano, paquistanês) numa Europa populada por classes operárias cada vez mais especializadas e ainda protegidas por sistemas sociais mais ou menos eficazes.
Procura assim Manuel Pinho, ministro da economia(?), salientar que os direitos de salário justo e produtividade pelo mérito e qualificação são apenas questões para tema de propaganda política em tempo de eleições.
Procura assim, nivelar pela mediocridade de um trabalhador chinês, que trabalha 10 a 17 horas diárias, por meia duzia de euros e sem protecção social, em regimes de escravatura ambiente século XXI.
Apela assim ao incentivo de investimento em Portugal, porque somos baratos. Porque nos vendemos barato. Porque abrimos as pernas para que empresas se instalem no nosso país, com ajudas fiscais, regimes propícios e muitas vezes impunes à deslocalização selvagem.
Senhor ministro tenha tento na lingua. Senhor primeiro-ministro, José Sócrates, puxe as orelhas e coloque pimenta... ou será que também pensa o mesmo? Vai na volta...
Assumiu para o mundo ver, que Portugal será competitivo em termos económicos pelos seus baixos salários, ao contário do que tem vindo a ser apregoado por outros.
Coloca-se assim o trabalhador português ao nível do trabalhador chinês (ou mesmo indiano, paquistanês) numa Europa populada por classes operárias cada vez mais especializadas e ainda protegidas por sistemas sociais mais ou menos eficazes.
Procura assim Manuel Pinho, ministro da economia(?), salientar que os direitos de salário justo e produtividade pelo mérito e qualificação são apenas questões para tema de propaganda política em tempo de eleições.
Procura assim, nivelar pela mediocridade de um trabalhador chinês, que trabalha 10 a 17 horas diárias, por meia duzia de euros e sem protecção social, em regimes de escravatura ambiente século XXI.
Apela assim ao incentivo de investimento em Portugal, porque somos baratos. Porque nos vendemos barato. Porque abrimos as pernas para que empresas se instalem no nosso país, com ajudas fiscais, regimes propícios e muitas vezes impunes à deslocalização selvagem.
Senhor ministro tenha tento na lingua. Senhor primeiro-ministro, José Sócrates, puxe as orelhas e coloque pimenta... ou será que também pensa o mesmo? Vai na volta...
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